domingo, 10 de julho de 2011

Édipo Rei (Sófocles)

Composta por Sófocles (496-406 A.C.), em data controversa pelosestudiosos da literatura clássica, e particularmente admirada porAristóteles em sua Arte Poética, Édipo Rei é considerada a obra-primade toda a tragédia grega. A palavra ?tragédia? geralmente éconceituada, pelo lexicólogos contemporâneos e, num plano mais amplo,por toda a sociedade, como um acontecimento triste, funesto ecatastrófico. Pode parecer irônico, mas, talvez, o pouco dasinfluências trágicas que ainda vivem na sociedade atual encontram-seaí. Todavia, vale lembrar que, se chegamos a esta conceituação, issodeu-se pelo fato de que o texto trágico, na sua essência,caracteriza-se por transmitir poderosas emoções como a dor, osofrimento e a tristeza, expurgando-a do coração humano eenobrecendo-o. Isso é evidente em Édipo Rei.Um dos fatores quedetermina a perfeição trágica contida na obra é a maneira com que opoeta articula o enredo para conduzir a platéia a aterrorizar-se ecompadecer-se do sofrimento do personagem. Na obra em questão, tudo seinicia quando Édipo, príncipe de Corinto, é insultado por um bêbado,que o acusa de ser filho ilegítimo do Rei Políbio. Embora Políbioprocure tranqüilizar Édipo, este recorre ao Oráculo de Píton, maistarde conhecido como Delfos. O oráculo evita responder à sua dúvida,mas dá a terrível informação de que Édipo está destinado a matar o paie casar-se com a mãe. Como Édipo não tem a menor intenção de deixar queisso aconteça, foge de Corinto e vai para Tebas. Em uma encruzilhada,Édipo depara-se com uma carruagem. À frente vem o arauto, que ordenarudemente a Édipo que se afaste e tenta empurrá-lo para fora daestrada. O príncipe, demonstrando arrogância e irreverência, começa umabriga e termina matando todos que nela se envolvem. A partir disso,desenvolve-se uma trama que culmina num dos finais mais comoventes eaterradores da história da literatura universal.

EROSÃO


Erosão eólica é um tipo de erosão pelo vento com a retirada superficial de fragmentos mais finos.
A diminuição da velocidade do vento ou deflação ocorre freqüentemente em regiões de campos de dunas com a retirada preferencial de material superficial mais fino (areia, silte), permanecendo, muitas vezes, uma camada de pedregulhos e seixos atapetando a superfície erodida.
Pode ocorrer forte erosão associada à deflação, esculpindo nas rochas formas ruiniformes e outras feições típicas de deserto|regiões desérticas e outras assoladas por fortes ventos.
Em locais de forte e constante deflação podem se formar zonas rebaixadas, em meio a regiões desérticas, e que com as escassas chuvas formam lagos rasos (playa), secos na maior parte do tempo; lama endurecida ou camadas de sal atapetam, muitas vezes essas playas.

Processo de desgaste físico das rochas através, principalmente, do impacto e/ou atrito de partículas transportadas pelo vento (eólica), pela água (fluvial, de marés, correntes) ou pelo gelo (de geleira).E o vento "esculpe" as rochas, dando as formas.

[editar]Corrosão

erosão plúvia''''' é causada pela chuva

[editar]Eólico

Processo, depósito sedimentar ou feição/estrutura que tem o vento como agente geológico.
Exemplos: dunas em desertos ou praias são depósitos eólicos; corrasão é o processo de desgaste e deflação é o de erosão eólicas.

[editar]Deflação

Erosão pelo vento com a retirada superficial de fragmentos mais finos.
A deflação ocorre freqüentemente em regiões de campos de dunas com a retirada preferencial de material superficial mais fino (areia, silte), permanecendo, muitas vezes, uma camada de pedregulhos e seixos atapetando a superfície erodida.
Pode ocorrer forte corrosão associada à deflação, esculpindo nas rochas formas ruiniformes e outras feições típicas de regiões desérticas e outras assoladas por fortes ventos.
Em locais de forte e constante deflação podem se formar zonas rebaixadas, em meio a regiões desérticas, e que com as escassas chuvas formam lagos rasos (playa), secos na maior parte do tempo; lama endurecida ou camadas de sal atapetam, muitas vezes essas playas.

[editar]Imagens

VULCÕES


Tipos de vulcão

Monte Erebus, um exemplo de vulcão-escudo.
Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica. OMonte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.
Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há cerca de 8000 anos. Esta escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800 km².
  • Vulcão-escudo: o Havaí e a Islândia são exemplos de locais onde são encontrados vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no Havaí, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpo em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.
  • Cones de escórias: é o tipo mais simples e mais comum de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias.
  • Estratovulcões: também designados de "compostos", são grandes edifícios vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone, reconstrução e mudanças da localização das condutas. Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são o Teide na Espanha, o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no Equador, o Vulcão Mayon nas Filipinas e o Monte Rainier nos EUA. Por outro lado, esses edifícios vulcânicos são os mais mortíferos da Terra, envolvendo a perda da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.
  • Caldeiras ressurgentes: são as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone (EUA) e Cerro Galan(Argentina).

FIQUE POR DENTRO


Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magmagases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeiragases e aerossóis na atmosfera, interferindo no clima. São frequentemente considerados causadores de poluiçãonatural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.
A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessanatureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das placas tectónicas. No entanto, existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura.
A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano. A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia.

DE QUE TRATA: A Vida Dos Lobos (la Vie Des Loups) (Gérard Ménatory)

Encontrei Gérard Ménatory quando estava ainda ao parque do Gévaudan com os seus lobos. Havia uma paixão, um amor sem igual. 

quando publicou o seu livro, saltei sobre a ocasião que era dada descobri-lo ele como autor, mas sobretudo os seus lobos, aqueles que tivesse criado e tivesse amado! 

não fui desilusionada bem pelo contrário! Gérard Ménatory entrega-nos na sua obra qualquer sua ciência do lobo. Faz-nos descobrir pelas suas numerosas histórias, as legendas que conta-nos e a experiência de som vivido. Vem assim confirmar que o lobo não é ?um comedor de homem? e que tem qualquer seu lugar aqui, na Europa se cada um quer acolher-o e não persegui-lo por falsas razões.



QUER DESCOBRIR. É SÓ LER O LIVRO CITADO.