domingo, 24 de março de 2013

Seca arrasa plantações no sertão nordestino e faz preço de milho e feijão disparar


Seca arrasa plantações no sertão nordestino e faz preço de milho e feijão disparar


As duas principais culturas produtivas do semiárido nordestino, a de milho e a de feijão, foram extirpadas pela seca deste ano –que já é considerada a mais rigorosa em décadas. A colheita de milho seria feita em maio, mas nem chegou a ser plantada, assim como o feijão.
Os pequenos produtores amargam prejuízos e veem as sementes permanecerem estocadas, sem condições de plantio. Nas cidades, a consequência da crise no campo é a alta dos preços, com alimentos custando mais que o dobro em relação ao ano passado.
Um exemplo está no feijão carioca, item essencial da cesta básica. O quilo do alimento, que até o final do ano passado custava, em média, R$ 2,50 nos mercados, hoje está entre R$ 5,50 e R$ 6. O preço pode aumentar ainda mais, caso não chova nos próximos meses.
Já o saco de milho (correspondente a 50 espigas), vendida nos mercados públicos, custava entre R$ 12 e R$ 15 nas capitais do Nordeste e hoje está entre R$ 25 e R$ 30. No Nordeste, o tradicional milho usado nas festas juninas está sendo “importado” de outras regiões.

Feijão em falta

Segundo o presidente da Associação de Supermercados de Alagoas, Raimundo Barreto, com a escassez na região, a solução é buscar o feijão em outras regiões. "Todo esse feijão que estamos vendendo aqui, na capital [Maceió], vem do Sul, especialmente do Paraná. E lá, pelo que sei, houve geadas, que também prejudicaram a produção. Há pouca oferta no mercado. Quando a gente tem um oferta pequena, o preço sobe. É a lei natural do comércio", alega.
Barreto conta que a produção existente nas cidades que não estão sofrendo com a seca do Nordeste é incapaz de abastecer o mercado interno. "No interior ainda temos alguns mercados comprando desses produtores locais, mas que têm pouca oferta e só abastecem pequenas cidades. O Nordeste sempre exportou feijão para o Sul, mas, com a seca, nós é que estamos comprando deles. Essa situação é sazonal. Quando a oferta voltar a crescer, o preço cai de novo.”
O preço do feijão vem subindo não só Nordeste, mas em todo o país. Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos), em abril o preço subiu em 14 das 17 capitais pesquisadas quando comparado com o mês anterior –com destaque para a alta em Fortaleza (19,52%) e São Paulo (13,56%).
Segundo a pesquisa, em um ano foram registrados aumentos significativos no preço do feijão em todas as capitais brasileiras. Em Belém, por exemplo, foi registrada a maior alta, de 121% em 12 meses. Recife (70,67%), João Pessoa (69,78%) e São Paulo (67,21%) apresentaram, em seguida, as maiores altas.
“Há um ano, os preços do feijão estavam bem mais baratos e os produtores reduziram as áreas de plantio. Os preços subiram e, para tanto, contribuiu também a seca que prejudicou as safras seguintes, em especial em Irecê, grande produtora de feijão na Bahia. Como os preços estão elevados, é possível que o plantio volte a crescer o que pode permitir a redução subsequente nos preços, principalmente se não houver novo período de seca”, explicou o Dieese.  

Nordestinos preparam a terra, mas se frustram

Durante visita ao semiárido de quatro Estados nordestinos, o UOL ouviu relatos dos agricultores que foram unânimes: em 2012, ninguém plantou –com exceção das pouquíssimas áreas irrigadas.
“Mas essas áreas irrigadas não correspondem sequer a 5% do total da produção. O milho do São João vai ter que vir de fora”, explica o coordenador da Defesa Civil de Poço Redondo (SE), José Carlos Aragão.
Muitas localidades estão com as terras aradas (ou seja, preparadas para o plantio), mas a falta de água impediu qualquer tentativa. Um dos que preparou a terra foi o agricultor Pedro Alexandre, 61, que não esconde a frustração com a falta de chuvas. “Todos os meses de abril e maio a gente planta. Ano passado plantei, mas como não choveu, perdi tudo. Esse ano nem plantar plantei. Está todo mundo parado, e acho que esse ano está tudo perdido.”
No assentamento Caiçara, ligado ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), já próximo à divisa de Sergipe com a Bahia, os pequenos produtores também relatam prejuízos com a produção, mas ainda acreditam que a chuva virá.
“Aqui plantamos para consumo nosso. Mas esse ano não teremos nenhum caroço de feijão ou de milho. Pra gente é ruim demais. Vivemos da ajuda do governo [pelo programa Bolsa Família], e nosso complemento era essa plantação, que não veio por conta dessa seca. Mas tenho fé que ainda vai chover e vamos plantar”, contou o agricultor Severino Ramos, 69.
Em Glória (BA), a situação é a mesma. “Tudo está perdido este ano, não tem mais jeito. Agora, é esperar o próximo ano. Para esse, não acredito mais em chuva” relata Lourenço Félix Araújo, 68.
Para ajudar os produtores que perderam as produções, o governo federal anunciou a antecipação do Garantia Safra, no valor de R$ 680. Além disso, as famílias de áreas afetadas vão receber o bolsa estiagem, no valor de R$ 400, divididos em cinco parcelas de R$ 80.

MAPA MOSTRA AS CIDADES VISITADAS 

  • Arte UOL


domingo, 17 de março de 2013

IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em


IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios 


O IBGE divulga hoje, 31 de agosto de 2012, as estimativas das populações residentes nos 5.565 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2012. Estima-se que o Brasil tenha 193.946.886 habitantes, 3.191.087 a mais do que em 2010, quando a população chegou a 190.755.799. São Paulo continua sendo a cidade mais populosa, com 11,37 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (6,39 milhões), Salvador (2,71 milhões), Brasília (2,64 milhões) e Fortaleza (2,50 milhões). Em relação a 2010, não houve mudança na lista dos 15 municípios mais populosos. Juntos, esses municípios somam 40,75 milhões de habitantes, representando 21,02% da população.
As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação anual obedece à lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e ao artigo 102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.
A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de hoje, 31 de agosto de 2012. Está previsto, no artigo 102 da lei nº 8.443, acima citado, que, até 20 dias após a publicação das estimativas, os interessados poderão apresentar reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente. Em seguida, até 31 de outubro, o IBGE encaminhará as estimativas definitivas ao Tribunal de Contas da União.
Os resultados das Estimativas de População 2012, publicados no D.O.U, também podem ser acessados na página
www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2012.

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - Copis

Excluindo-se as capitais, os municípios mais populosos são Guarulhos (1,24 milhão), Campinas (1,09 milhão), São Gonçalo (1,01 milhão), Duque de Caxias (867,06 mil), Nova Iguaçu (801,74 mil) e São Bernardo do Campo (774,88 mil). Com exceção das capitais, os 15 municípios mais populosos somam 11,47 milhões de habitantes, representando 5,92% do total da população do Brasil em 2012.

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - Copis

orá (807 habitantes), em São Paulo, e Serra da Saudade (807 habitantes), em Minas Gerais, empatados na primeira colocação dentre os 15 municípios menos populosos em 2012, são os dois únicos municípios que possuem menos de mil habitantes. Os 15 municípios menos populosos do Brasil somam 17.621 habitantes, representando aproximadamente 0,01% da população do país.
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - Copis

São Paulo destaca-se como a Unidade da Federação mais populosa, com 41,90 milhões de habitantes (21,60% da população brasileira), seguida por Minas Gerais, com 19,85 milhões (10,23%), e Rio de Janeiro, com 16,23 milhões (8,36%). O estado de Roraima é o menos populoso, com 469,52 mil habitantes (0,24%), seguido do Amapá, com 698,60 mil (0,36%), e Acre, com 758,78 mil (0,39%).
Os municípios que protagonizaram, em conjunto, os mais expressivos crescimentos no período 2000-2012 foram aqueles com população entre 100 mil e 500 mil habitantes, revelando que o dinamismo populacional do Brasil continua seguindo novas rotas, particularmente rumo ao interior. Já o grupo de municípios com população abaixo desta faixa tiveram baixas taxas de crescimento no período, muitos deles com taxas de crescimento negativas ou próximas de zero.
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – Copis
Obs1: A taxa média de crescimento geométrico para os municípios de 10.001 até 20.000 habitantes é igual a 0,000043%. A mesma não pode ser diretamente observada no gráfico por questão de arredondamento da taxa com três casas decimais.
Obs2: Os 5.565 municípios existentes em 2010 foram estatisticamente reconstituídos para 2000, quando existiam originalmente 5.507 municípios instalados.
A região metropolitana (RM) de São Paulo mantém-se como a mais populosa, com 19,95 milhões de habitantes, seguida da RM do Rio de Janeiro (11,84 milhões), da RM de Belo Horizonte (5,50 milhões), da RM de Porto Alegre (3,99 milhões) e da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE) e entorno do Distrito Federal (3,83 milhões). As 15 regiões metropolitanas mais populosas somam 72,26 milhões de habitantes em 2012 (37,26 % da população total).

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – Copis

Metodologia utilizada pelo IBGE
Como os resultados do Censo Demográfico 2010 estão sendo trabalhados, comparados e analisados com os parâmetros oriundos dos Censos Demográficos anteriores, não se viabilizou a atualização da Projeção da População do Brasil – Revisão 2008. Assim, a população do Brasil foi estimada pelo Método das Componentes Demográficas a partir da população base, por sexo e grupos de idade, do Censo Demográfico de 2000, considerando as tábuas de mortalidade de 2000 e incorporando o padrão da fecundidade oriundo dos resultados preliminares do Censo Demográfico 2010. Para as estimativas da população dos municípios, foi utilizado o Método de Tendência de Crescimento, tomando-se como base as populações municipais observadas em 2000 e 2010. Para as Unidades da Federação, as populações foram estimadas pela soma das populações de seus municípios componentes.
O Sistema de Projeções da População do Brasil, atualizado com as informações do Censo Demográfico 2010, das pesquisas por amostragem mais recentes, bem como dos registros administrativos referentes ao ano de 2010, tem sua conclusão prevista para 2013, a tempo de serem utilizadas na estimativa das populações municipais com data de referência em 1º de julho de 2013.

VEGETAÇÃO


VEGETAÇÃO


Introdução

Nosso planeta apresenta diversos tipos de vegetações, que variam de acordo com a região onde se localizam. A espécie de vegetação referente a cada uma dessas regiões é definida por fatores como altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e forma de atuação das massas de ar. No caso de regiões de baixa latitude, encontram-se as florestas equatoriais, como por exemplo a floresta Amazônica, no Brasil.


É comum encontrarmos esse tipo de vegetação em lugares quentes e úmidos. Suas principais características são a grande variedade de espécies e as folhas grandes, com um tom de verde bem definido. Existem também as florestas tropicais, localizadas na faixa intertropical litorânea, que possuem menor de variedades de espécies vegetais, além de tipos de vidas que não existem em outros locais. Outro tipo de vegetação é o cerrado (ou savana), encontrado no centro-oeste brasileiro, em parte da Austrália e do centro da África, e no litoral da Índia. Esse tipo caracteriza-se por plantas rasteiras e pequenas árvores que perdem suas folhas no período da seca.

Temos também os campos ou pradarias, tipo encontrado em regiões de clima temperado continental, como ocorre no norte dos Estados Unidos, sul do Canadá, norte da China, norte da Argentina etc. Essa vegetação nasce onde há pouca umidade para o crescimento de árvores, havendo somente um tapete herbáceo conhecido como gramíneas. Existem ainda as florestas temperadas, localizadas no Canadá, Estados Unidos e norte da Europa, além das florestas de coníferas, presentes em regiões subpolares, e a tundra, vegetação que surge em solos gelados. Veremos a seguir características da vegetação brasileira.

A vegetação brasileira

O Brasil apresenta uma vegetação bastante rica e diversificada. Podemos dividir as paisagens vegetais brasileiras nas seguintes formações:
  • Florestais - podem ser do tipo latifoliada (ex: Amazônica, Mata dos Cocais) e aciculifoliada (ex: Mata de Araucária).
  • Arbustivas e herbáceas - predomínio de gramíneas (ex: cerrado, caatinga e campos).
  • Complexas - apresentam características variadas. Abrangem o Pantanal e a vegetação litorânea.
      
  • Mapa da vegetação

    A seguir você encontra o mapa da vegetação brasileira, assim como as catacterísticas de cada um dos tipos citados. Clique sobre o tipo desejado para visualizar informações detalhadas sobre o mesmo.


    Floresta Amazônica
    É úmida e possui cobertura vegetal densa e heterogênea. [+]

    Mata Atlântica
    Apresenta vegetação rica e variada, original do litoral úmido e do interior do sudeste. [+]
    Cerrado
    Possui formações arbustivas e herbáceas. É uma formação típica do Brasil central, onde o clima é alternadamente seco e úmido. [+]
    Mata dos Cocais
    Concentrada no meio-norte, é uma formação de transição entre a floresta amazônica e a caatinga. [+]
    Caatinga
    Vegetaçao adaptada à escassez de água típica do sertão nordestino. [+]
    Mata das Araucárias
    Predominam as araucáurias ou pinheiros. [+]
    Pantanal
    Vegetaçao complexa da planície alagada do pantanal mato-grossense. [+]
    Campos
    Formados por gramíneas e arbustos. Predominam no sul do país. [+]
    Vegetação Litorânea (mangues)
    Comum nas áreas alagadiças do litoral. [+]

quinta-feira, 14 de março de 2013

EXTRATIVISMO - GEOGRAFIA ECONÔMICA


GEOGRAFIA ECONÔMICA


A Geografia Econômica é o estudo da diversidade de condições econômicas sobre a Terra. A economia de uma área geográfica pode ser influenciada pelo clima, pela geologia, Geografia Econômica e também pelos fatores político-sociais.

Os estudiosos em geografia econômica têm por foco os aspectos espaciais das atividades econômicas em várias escalas. A distância de uma cidade como um mercado com demanda para diversos produtos tem papel significativo nas decisões econômicas das empresas, enquanto outros fatores como o acesso ao mar por portos marítimos, ou a presença de matéria prima como petróleo afetam as condições econômicas dos países.



O EXTRATIVISMO NO BRASIL


O extrativismo no Brasil é desenvolvido basicamente, no espaço rural, e destina-se à produção de alimentos  e matérias-primas. Consiste na exploração, direta da natureza, de produtos de origem vegetal, animal ou mineral.

De modo geral, a atividade extrativista é realizada com tecnologia reduzida, ou seja, com a utilização de equipamentos e técnicas rudimentares. Neste caso, caracteriza-se por ser uma atividade com baixa produtividade, o que gera uma renda limitada para quem a pratica. A pesca artesanal praticada nos rios e no litoral, o garimpo de ouro de aluvião e a coleta de folhas, frutos e resinas extraídas de plantas e árvores são exemplos de atividades extrativas que empregam tecnologia reduzida.

Entretanto, algumas atividades extrativas, como a exploração do de petróleo e de jazidas minerais, exigem aplicação de grandes recursos financeiros por parte das empresas privadas ou do governo, pois são possíveis somente com a utilização de equipamentos sofisticados, técnicas avançadas e profissionais especializados na operação destas máquinas e equipamentos. Como a produção é feita em larga escala, obtêm-se altos rendimentos.

A exploração da madeira é a principal atividade extrativa vegetal praticada no Brasil. A madeira de árvores nobres, como cedro, mogno e a cerejeira, são retirados, sobretudo, da região amazônica, provocando o desmatamento de extensas áreas de floresta.

A coleta de outros produtos vegetais nativos, como o látex da seringueira, a carnaúba, o babaçu, a castanheira, o açaí e a piaçava, são exemplos de atividades extrativas que causam pouco impacto ao meio ambiente. Já a atividade pesqueira é praticada em várias regiões do país. Essa atividade garante o sustento de muitas famílias e fornece uma rica fonte de alimentos à população.

Extrativismo


Extrativismo é a atividade de extrair da natureza os recursos que está à disposição do homem sejam estes produtos de origem animal, vegetal ou mineral.
É considerada a mais antiga atividade humana, antecedendo a agricultura, a pecuária e a indústria. O extrativismo é praticado mundialmente através dos tempos por todas as sociedades.
Existem três tipos de extrativismo. São eles:
  • Extrativismo animal: pesca e caça.
  • Extrativismo vegetal: onde há a simples extração de produtos vegetais que não foram cultivados pelo homem, como madeira, óleos, frutos, borracha, entre outros. Não devemos confundir extrativismo vegetal com agricultura. No extrativismo, o homem somente coleta os recursos que a natureza lhe proporciona; na agricultura, o homem faz a colheita daquilo  que plantou e cultivou. O extrativismo vegetal também é chamado de coleta vegetal.
  • Extrativismo mineral: é a extração dos minerais úteis que existem na crosta terrestre, como o ferro, o alumínio, o cobre e muitos outros. O extrativismo mineral também recebe o nome demineração.


EUROPA


Europa


Com superfície de 10.368.099km2, a Europa forma com a Ásia um conjunto de terras contínuas conhecido como Eurásia. Os limites entre a Europa e a Ásia não são claros, mas fatores históricos, étnicos e culturais conferem à Europa uma individualidade bem definida. A parte continental é limitada a Norte pelo Oceano Glacial Ártico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a Leste pelos Montes Urais e pelo Rio Ural. Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.


Localização da Europa no mapa-múndi

Países e Territórios


A seguir é apresentada a lista dos países independentes da Europa e suas respectivas capitais, além dos territórios existentes no continente.

Países independentes Albânia (Tirana)
 Alemanha (Berlim)
 Andorra (Andorra la Vella)
 Armênia (Erevan)
 Áustria (Viena)
 Azerbaijão (Baku)
 Bielorrússia (Minsk)
 Bélgica (Bruxelas)
 Bósnia-Herzegovina (Sarajevo)
 Bulgária (Sófia)
 República Tcheca (Praga)
 Cazaquistão (Astana)
 Chipre (Nicósia)
 Croácia (Zagreb)
 Dinamarca (Copenhaga)
 Eslováquia (Bratislava)
 Eslovênia (Liubliana)
 Espanha (Madrid)
 Estônia (Tallinn)
 Finlândia (Helsinque)
 França (Paris)
 Grécia (Atenas)
 Geórgia (Tbilisi)
 Hungria (Budapeste)
 Irlanda (Dublin)
 Islândia (Reiquiavique)
 Itália (Roma)
 Letônia (Riga)
 Liechtenstein (Vaduz)
 Lituânia (Vilnius)
 Luxemburgo (Luxemburgo)
 República da Macedônia (Skopje)
 Malta (Valetta)
 Moldávia (Chisinau)
 Mônaco (Monaco-Ville)
 Montenegro (Podgorica)
 Noruega (Oslo)
 Países Baixos (Amsterdã)
 Polônia (Varsóvia)
 Portugal (Lisboa)
 Reino Unido (Londres)
 Romênia (Bucareste)
 Rússia (Moscou)
 Turquia (Ancara)
 San Marino (San Marino)
 Sérvia (Belgrado)
 Suécia (Estocolmo)
 Suíça (Berna)
 Ucrânia (Kiev)
 Vaticano

Territórios dependentes
Ilhas Feroe [dep. Dinamarca]
Gibraltar [dep. Reino Unido]
Guérnsei [dep. Reino Unido]
Açores [dep. Portugal]
Madeira [dep. Portugal]
Canárias [dep. Espanha]
Ilha de Man [dep. Reino Unido]
Jérsei [dep. Reino Unido]
Sardenha [dep. Itália]