segunda-feira, 29 de abril de 2013


TSUNAMI


Um tsunami (em japonês津波, lit. "onda de porto") ou maremoto (do latimmare, mar + motus, movimento) é uma série de ondas de água causada pelo deslocamento de um grande volume de um corpo de água, como um oceano ou um grande lago. Tsunamis são uma ocorrência frequente no Oceano Pacífico; aproximadamente 195 eventos desse tipo foram registrados.1 Devido aos imensos volumes de água e energia envolvidos, tsunamis podem devastar regiões costeiras.
Sismoserupções vulcânicas e outras explosões submarinas (detonações de artefatos nucleares no mar), deslizamentos de terra e outros movimentos de massa, impactos, e outros distúrbios acima ou abaixo da água têm o potencial para gerar um tsunami.
O historiador grego Tucídides foi o primeiro a relacionar tsunami a sismos submarinos,2 3 mas a compreensão da natureza do tsunami permaneceu escassa até o século XX e ainda é objeto de pesquisa. Muitos textos antigos geológicos,geográficos e oceanográficos referem-se a tsunamis como "ondas sísmicas do mar".
Algumas condições meteorológicas, tais como depressões profundas que provocam ciclones tropicais, pode gerar uma Tempestade, chamada meteotsunami, o que pode elevar as marés a vários metros acima do nível normal. O deslocamento vem da baixa pressão atmosférica no centro da depressão. Essas tempestades atingem a costa, o que pode assemelhar-se (embora não o são) a tsunamis, inundando vastas áreas de terra. Uma onda desse tipo inundou a Birmânia (Myanmar), em maio de 2008.
O termo "tsunami" provém do japonês, significa "porto" (tsu, 津) e "onda" (nami, 波).
Tsunamis são muitas vezes referidos como ondas de maré. Nos últimos anos, este termo caiu em desuso, especialmente na comunidade científica, porque tsunami realmente nada têm a ver com as marés. O termo outrora popular deriva de sua aparência mais comum, que é a de um macaréu extraordinariamente alto. Tsunamis e marés produzem ondas de água que se movem em terra, mas no caso do tsunami o movimento da água em terra é muito maior e dura por um longo período, dando a impressão de uma maré extremamente alta.
Existem apenas algumas outras línguas que têm uma palavra nativa para esse tipo de onda. Na língua tamil, a palavra é aazhi peralai. Na língua achém é ië beuna ou alôn buluëk5 (Dependendo do dialeto. Note que na língua austronésia tagalo, uma língua importante nasFilipinasalon significa "onda"). Na ilha Simeulue, fora da costa ocidental de Sumatra, na Indonésia, na língua defayan a palavra ésemong, enquanto na língua sigulai é emong.

Causas

A maioria dos tsunamis são gerados por sismos submarinos (legendas em inglês).
Um tsunami pode ser gerado quando os limites de placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente. É muito improvável que esses movimentos podem formar-se em limites divergentes (construtivo) ou conservativos das placas tectônicas. Isso ocorre porque os limites construtivos ou conservadores em geral não perturbam o deslocamento vertical da coluna de água. Sismos relacionados a zona de subducção geram a maioria dos tsunamis.
Tsunamis têm uma pequena amplitude (altura da onda) em alto mar e um comprimento de onda muito longo (muitas vezes centenas de quilômetros de comprimento), sendo por isso que geralmente passam despercebidos no mar, formando apenas uma ligeira ondulação de normalmente cerca de 300 milímetros (12 polegadas) acima do normal superfície do mar. Eles crescem em altura quando atingem águas mais rasas, em um processo de empolamento da onda descrito abaixo. Um tsunami pode ocorrer em qualquer estado de maré e até mesmo na maré baixa ainda pode inundar áreas costeiras.
Em 1 de abril de 1946, um sismo de magnitude 7,8 (escala Richter) ocorreu perto das Ilhas Aleutas, no AlascaEstados Unidos. Isso gerou um tsunami com 14 metros de altura que inundou Hilo, na ilha do Havaí. A área onde o abalo sísmico ocorreu no oceano Pacífico é zona de subducção abaixo do Alasca.
Exemplos de tsunami em locais fora dos limites convergentes incluem Storegga há cerca de 8000 anos, Grandes Bancos em 1929,Papua-Nova Guiné em 1998 (Tappin, 2001). Os tsunamis da Papua-Nova Guiné e dos Grandes Bancos vieram de terremotos desestabilizaram os sedimentos, forçando-os a fluir para o oceano e gerar um tsunami. Eles se dissipou antes de atravessar distâncias transoceânicas.
A causa da falha de sedimentos Storegga é desconhecida. As possibilidades incluem uma sobrecarga dos sedimentos, um terremoto ou uma versão de hidratos de gás (metano, etc)
sismo de Valdivia de 1960 (Mw 9,5), o sismo do Alasca de 1964 (Mw 9,2), e o sismo do Índico de 2004 (Mw 9,2), são exemplos recentes de terremotos poderosos que geraram tsunamis (conhecido como teletsunamis), que podem atravessar oceanos inteiros. Abalos menores (Mw 4,2) no Japão podem provocar maremotos (chamados tsunamis locais e regionais) que só podem devastar as costas nas proximidades, mas pode fazê-lo em apenas alguns minutos.
Em 1950, foi colocada a hipótese de que tsunamis maiores do que anteriormente se acreditava possível podem ser causados pordeslizamentos de terra, erupções vulcânicas explosivas (por exemplo, Santorini e Krakatoa) e eventos de impacto quando em contato com a água. Esses fenômenos deslocam rapidamente grandes volumes de água, como a energia da queda de detritos ou expansão das transferências para a água a uma taxa mais rápida do que a água pode absorver. A mídia costuma chamar esses eventos de megatsunamis.
Tsunamis causados por esses mecanismos, ao contrário da tsunami transoceânico, podem se dissipar rapidamente e raramente afetam costas distantes, devido à pequena área de mar afetada. Estes acontecimentos podem dar origem a ondas de choque locais muito maiores (sóliton), tais como o deslizamento de terra na Baía Lituya, no Alasca em 1958, que produziu uma onda com um pico inicial estimado em 524 metros. No entanto, um deslizamento de terra muito grande pode gerar um megatsunami que pode percorrer distâncias transoceânicas, embora não haja evidências geológicas para apoiar esta hipótese.

Características

Quando a onda entra em águas rasas, ela diminui e sua amplitude (altura) aumenta.
As ondas geradas por ventos corriqueiros e ondas de gravidade têm um comprimento de onda (comprimento entre as cristas) de cerca de 100 metros e uma altura de alguns centímetros. Entretanto, um tsunami em alto mar tem um comprimento de onda de cerca de 200 km. Essa onda pode viajar a mais de 800 km/h, mas devido ao seu grande comprimento de onda, seu período(intervalo de tempo entre a passagem de uma crista e outra no mesmo local) pode durar de 20 a 30 minutos, e a amplitude de onda pode não passar de um metro.7 Isso torna difícil a detecção de tsunamis em águas profundas. Navios raramente notam a sua passagem.
À medida que o tsunami se aproxima da costa e as águas se tornam rasas, o empolamento da onda comprime a própria onda e sua velocidade diminui para menos de 80 km/h. Seu comprimento de onda diminui para menos de 20 km e sua amplitude cresce significativamente, produzindo uma onda claramente visível. Com o advento do tsunami sobre águas cada vez mais rasas, a velocidade da onda diminui pouco a pouco, podendo desacelerar para menos de 20 km/h. Seu comprimento de onda pode diminuir para apenas alguns metros e sua amplitude pode alcançar mais de 10 metros; a altura da onda pode variar dependendo da intensidade do tsunami e do relevo da plataforma continental. Exceto para os tsunamis muito grandes, a onda, ao se aproximar, não quebra, mas assemelha-se a um macaréu de grande velocidade.8 A variação da profundidade da plataforma continental pode alterar a altura da onda. Nas baías abertas e zonas costeiras adjacentes às águas profundas, onde há uma plataforma continental relativamente estreita, a altura do tsunami pode aumentar consideravelmente.
O aumento do nível das águas causado pelo tsunami é medido em metros acima do nível do mar.8 Um grande tsunami pode apresentar uma sequência de várias ondas que chegam durante um período de minutos a horas, sendo que o tempo entre uma onda e outra pode variar significativamente. A primeira onda a chegar à praia pode não trazer um significativo aumento do nível das águas,9 pois esta perde energia ao encontrar com águas mais rasas. As ondas subsequentes são beneficiadas pelo aumento do nível do mar, podendo alcançar com mais impacto as regiões costeiras.
Cerca de 80% dos tsunamis ocorrem no Oceano Pacífico, mas podem acontecer em qualquer grande massa de água, incluindo lagos. Além dos sismos, os tsunamis podem ser causados por deslizamentos de terra, explosões vulcânicas e impacto de objetos de grandes dimensões.



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Inflação Brasil - índice de preços ao consumidor (IPC)


Inflação Brasil - índice de preços ao consumidor (IPC)

Gráficos – inflação histórico

Gráfico IPC Brasil no ano transacto

Gráfico IPC Brasil a longo prazo

IPC Brasil mais recente (números de inflação) 6,589 %
Quando falamos sobre a inflação na Brasil, referimo-nos maioritariamente à inflação baseada no índice de preços ao consumidor, ou seja IPC. O IPC brasileira reflecte a evolução dos preços de um pacote de produtos e serviços padrão que as famílias na Brasil adquirem para consumo. Para determinar a inflação, compara-se percentualmente o nível IPC de um determinado período em relação ao nível do período anterior. Havendo uma descida dos preços estamos então perante deflação (inflação negativa). 

Nesta página encontra os números de inflação IPC actuais e o histórico desses valores na Brasil. 

Para obter um resumo dos números actuais de inflação em um grande número de países e regiões, clique aqui. 
Para informação referencial detalhada sobre inflação, clique aqui.

Tabelas - IPC Brasil actuais e histórico

IPC BR últimos meses

 períodoinflação
 março 20136,589 %
 fevereiro 20136,313 %
 janeiro 20136,154 %
 dezembro 20125,840 %
 novembro 20125,533 %
 outubro 20125,450 %
 setembro 20125,282 %
 agosto 20125,240 %
 julho 20125,198 %
 junho 20124,915 %

IPC BR últimos anos

 períodoinflação
 março 20136,589 %
 março 20125,240 %
 março 20116,299 %
 março 20105,166 %
 março 20095,607 %
 março 20084,729 %
 março 20072,957 %
 março 20065,322 %
 março 20057,536 %
 março 20045,888 %

Outros números de inflação

 países/regiõesinflaçãoperíodo
 IHPC DE1,772 %fevereiro 2013
 IHPC BE1,253 %fevereiro 2013
 IHPC EUR1,841 %fevereiro 2013
 IHPC FR1,197 %fevereiro 2013
 IHPC NL3,240 %fevereiro 2013
 IPC BE1,109 %março 2013
 IPC US1,978 %fevereiro 2013
 IPC NL2,900 %março 2013
 IPC JP-0,601 %fevereiro 2013
 IPC RU7,260 %fevereiro 2013
Números IPC mais consultados
Resumo IPC vários países
Inflação Alemanha IPC
Inflação Brasil IPC
Inflação China IPC
Inflação Espanha IPC
Inflação Estados Unidos IPC
Inflação França IPC
Inflação Grã-Bretanha IPC
Inflação Holanda IPC
Inflação Itália IPC
Inflação Japão IPC
Inflação México IPC
Inflação Portugal IPC
Inflação Rússia IPC
Números IHPC mais consultados
Resumo IHPC vários países
Inflação Alemanha IHPC
Inflação Bélgica IHPC
Inflação Espanha IHPC
Inflação Europa IHPC
Inflação França IHPC
Inflação Grã-Bretanha IHPC
Inflação Grécia IHPC
Inflação Holanda IHPC
Inflação Itália IHPC
Inflação Polonia IHPC
Inflação Portugal IHPC
Inflação Suécia IHPC
Inflação Turquia IHPC
Histórico de números de inflação
Inflação 2011
Inflação 2010
Inflação 2009
Inflação 2008
Inflação 2007
Inflação 2006
Inflação 2005
Inflação 2004
Inflação 2003
Inflação 2002
Inflação 2001
Inflação 2000
Inflação 1999
Inflação 1998

O QUE É INFLAÇÃO


A inflação é o aumento persistente e generalizado no valor dos preços. Quando a inflação chega a zero dizemos que houve uma estabilidade nos preços.
A inflação pode ser dividida em:
Inflação de Demanda
É quando há excesso de demanda agregada em relação à produção disponível. As chances de a inflação da demanda acontecer aumentam quando a economia produz próximo do emprego de recursos.
Para a inflação de demanda ser combatida, é necessário que a política econômica se baseie em instrumentos que provoquem a redução da procura agregada.

Inflação de Custos
É associada à inflação de oferta. O nível da demanda permanece e os custos aumentam. Com o aumento dos custos ocorre uma retração da produção fazendo com que os preços de mercado também sofram aumento. As causas mais comuns da inflação de custos são: os aumentos salariais fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente; o aumento do custo de matéria-prima que provoca um super aumento nos custos da produção, fazendo com que o custo final do bem ou serviço aumente; e, por fim, a estrutura de mercado que algumas empresas aumentam seus lucros acima da elevação dos custos de produção.
Índices de Inflação
A inflação possui vários índices entre eles o IGP (Índice Geral de Preços), IPA (Índice de Preços no Atacado), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), CUB (Custo Unitário Básico).

Portadores de doenças crônicas são incluídos na vacinação contra a gripe


A campanha começa nesta segunda (15) e segue até dia 26 de abril. São mais de 40 milhões de doses distribuídas no país inteiro.

Thais AndrioliFlorianópolis, SC

Começa nesta segunda-feira (15) a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Em Florianópolis, os postos de saúde já têm fila, e as salas de vacinação ficam abertas até as 17h.
A campanha segue até o dia 26 de abril em todo o país. Para Santa Catarina foram disponibilizadas 1,6 milhão doses da vacina, 400 mil a mais que no ano passado. São mais de 40 milhões de doses distribuídas no país inteiro. Este ano, pela primeira vez, as pessoas com doenças crônicas foram incluídas nos grupos de risco.
Derli Machado da Silva vai correr para o posto de saúde. Ele não perde a vacina da gripe desde a primeira campanha, há mais de dez anos. “Quando mudava o clima eu tinha problemas de gripe, que me deixava uma semana ruim. Agora, depois da vacinação, terminou”, conta.
O veterinário tem motivo duplo para se preocupar: tem 72 anos e está acima do peso.
“Doenças do pulmão, doenças do coração, diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e obesidade fazem com que esses pacientes tenham o maior risco, além da idade, de pegar essas infecções virais nessa época do ano”, afirma o médico Alexandre Hohl.
Em Santa Catarina, a Vigilância Epidemiológica realizou um estudo com pacientes que morreram por complicações provocadas pela gripe. Os pesquisadores chegaram a uma impressionante constatação.
“Ao todo, 85% das mortes causadas por gripe estavam dentro de pessoas que tinham doenças crônicas associadas, como diabetes, hipertensão e doenças pulmonares”, afirma o representante da Vigilância Epidemiológica Eduardo Macário.
Este ano, pela primeira vez, os doentes crônicos também serão incluídos na campanha. Além deles, também precisam se vacinar crianças de 6 meses a 2 anos, pessoas com mais de 60 anos de idade, gestantes e mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, profissionais de saúde, detentos do regime prisional e índios.
A vacina é de graça e quase 40 milhões de brasileiros precisam tomar. A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 80% do público-alvo, o que corresponde a 31 milhões de pessoas. Para atingir esse objetivo, 65 mil postos de vacinação serão montados em todo o país
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Novo tipo do vírus da gripe aviária preocupa autoridades na China


O número de casos não para de crescer. Até o domingo, 60 pessoas foram contaminadas pelo vírus H7N9 da gripe aviária e 13 morreram.


Um novo tipo do vírus da gripe aviária tem preocupado as autoridades na China. O número de casos não para de crescer. Ao todo, 13 pessoas já morreram, e nesse fim de semana a doença chegou à capital, Pequim.
O primeiro caso de infecção pelo vírus H7N9 foi registrado em Xangai, no começo de março. A primeira vítima era um homem de 87 anos que não tinha contato com aves. Com quase 20 infectados e 6 mortes, o governo de Xangai fechou os mercados de aves e mais de 20 mil foram abatidas por precaução.
Em um mês, o vírus já havia infectado 48 pessoas e provocado 11 mortes em três províncias, além de Xangai. No último fim de semana, foi confirmado o primeiro caso em Pequim. A notícia preocupou os especialistas porque o vírus passou direto da província de Henan, ao noroeste de Xangai, para Pequim, a mais de 700 quilômetros. Até o domingo, 60 pessoas foram contaminadas pelo vírus H7N9 da gripe aviária e 13 morreram.

Jornalistas chineses vêm ao Brasil transmitir a pororoca ao vivo



A onda que se forma no encontro entre o rio e o mar, no norte do país, é um espetáculo para observadores e surfistas.


O Bom Dia Brasil mostra uma demonstração de força da natureza: viajamos pelo o Rio Araguari, no norte do país, e registramos a batalha entre as águas do rio e do mar.

A aventura começa em Macapá, rumo ao Rio Araguari, em busca da Pororoca, o fenômeno do encontro das águas do rio e do oceano. Ele trouxe a TV estatal chinesa, CCTV. Os chineses prepararam uma grande cobertura com transmissões ao vivo.

Um conselho que os ribeirinhos dão é andar arrastando os pés para espantar as arraias. Têm muitas delas no leito dos rios. Como ele já está muito remexido a água do rio parece lama.
Na maré cheia, a paisagem se transforma. A pororoca avança muito rápido e com muita força.  O encontro das águas do rio com o oceano é um duelo entre dois gigantes. E o mar leva a melhor. As ondas avançam velozes, mais de 30 quilômetros rio dentro, perfeito para os surfistas da Pororoca.
O surfista Noélio Sobrinho explica: “Quando vem a pororoca, primeiro vem uma parte espumeira sinistra e uma parede perfeita. O empurrão do Hulk é quando você para de remar e aquela espuma te dá um empurrão".
O que é diversão para os surfistas amedronta as famílias ribeirinhas. O repórter chinês que viu tudo de perto disse que o coração bateu forte quando a onda se aproximou. Um espetáculo de beleza assustadora, da Amazônia para o outro lado do mundo
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