quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar e a poeira espacial encontrada na via láctea com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre.[1] Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619,[2] em referência à deusa romana do amanhecer, Aurora, e ao seu filho, Bóreas, representante dos ventos nortes). Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida comoaurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.[3]
Ficheiro:AuroraAustralisDisplay.jpg

4 comentários:

  1. A Aurora Boreal é um fenómeno muito distinto do Sol da Meia-noite, embora ambos estes espectaculares fenómenos naturais sejam visíveis apenas nos céus do Norte.
    A palavra finlandesa que define a aurora boreal, "revontuli", vem de uma fábula lapã ou saami. "Repo" significa raposa (diminutivo) e "tuli" fogo.
    Sendo assim, o "revontuli" significa "fogo da raposa".
    Segundo a lenda, as caudas das raposas que corriam pelos montes lapões, batiam contra os montes de neve e as faíscas que saíam desses golpes reflectiam-se no céu.

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  2. As auroras boreal e austral são fenômenos visuais que ocorrem nas regiões polares de nosso planeta. Podem ser visualizadas, no período noturno ou final de tarde, a olho nu nas regiões onde ocorrem. São verdadeiros shows de luzes coloridas e brilhantes, que ocorrem em função do contato dos ventos solares com o campo magnético do planeta Terra.

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  3. O nome aurora boreal foi dado pelo astrônomo Galileu Galilei em homenagem à deusa romana Aurora (do amanhecer) e seu filho Boreas.

    - Além do planeta Terra, podemos encontrar este fenômeno em planetas como Júpiter, Saturno e Marte.

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